Trabalhei anos como engenheiro. Vi de dentro como a construção civil funciona — e como ela falha.

Quando decidi criar a Miami Reformas, em 2019, não foi por falta de opção no mercado. Foi porque a opção que existia não resolvia o problema certo.

O problema que ninguém nomeia

Quando a maioria das pessoas pensa em construção civil, imagina grandes obras: prédios, condomínios, pontes. E é verdade que esse mercado movimenta muito dinheiro.

Mas existe uma fatia enorme desse mercado que carrega uma dor completamente diferente: o pequeno empreendedor. O dono de uma loja, de um restaurante, de uma franquia. O cara que vai investir R$ 200, 300, 500 mil numa reforma comercial e não tem nenhuma proteção real sobre o que vai acontecer com esse dinheiro.

Esse cara representa 90% dos CNPJs do Brasil. E o mercado de reforma trata ele como amador — porque sabe que ele não tem o domínio técnico para se defender.

O que acontece na prática

O empreendedor que não tem um parceiro como a Miami precisa contratar, coordenar e fiscalizar sozinho: pintor, pedreiro, marceneiro, eletricista, encanador, instalador de piso — cada um com seu orçamento, seu prazo, sua agenda e seus imprevistos.

Ele vira gestor de obra. Sem formação técnica, sem tempo, sem estrutura pra isso.

Aí o orçamento de um muda. O prazo de outro atrasa. Um fornecedor some depois que recebeu. E o empreendedor, que já pagou vários deles, não tem mais o que fazer.

Enquanto isso, ele está pagando aluguel de um espaço que não abre. Não fatura. Não emprega. O payback do investimento vai embora dia após dia.

Isso não é azar. É a regra do mercado informal de reformas.

Por que eu sei disso

Porque passei anos dentro da indústria da construção civil. Conheço o processo técnico, conheço os fornecedores, conheço as margens, conheço as brechas que são usadas contra quem não conhece.

E quando vi esse cenário do lado do empreendedor, entendi que o problema não era falta de mão de obra boa. Era falta de gestão, de processo, de responsabilidade contratual real.

O que a Miami Reformas faz diferente

O empreendedor que toca a obra sozinho geralmente acha que está economizando. Na prática, não está.

O orçamento que parecia R$ 50k vira R$ 80k — aditivos, imprevistos, custos que "não estavam incluídos". O prazo de 60 dias vira 90. E cada dia a mais é aluguel pago, faturamento perdido, payback que some.

O que a Miami oferece é o oposto disso: orçamento no detalhe, fechado antes de começar, que não muda. Prazo realista, que a gente cumpre. Gestão completa do processo — da orçamentação até a entrega das chaves.

Quando algo dá errado no meio da obra (e às vezes dá), o problema é nosso, não do cliente. Essa é a proposta. Esse é o contrato.

Execução

A Miami assume tudo: contratação de fornecedores, gestão, execução. O cliente acompanha, sem precisar operar.

Gerenciamento

O cliente mantém autonomia nas decisões, com nossa equipe técnica orientando cada passo, validando fornecedores e fiscalizando a obra.

Em ambos os casos, o empreendedor sabe o que vai pagar antes de começar. E sabe que vai receber o que foi combinado.

Para quem isso importa

Para o franqueado que precisa abrir a unidade no prazo combinado com a franqueadora.

Para o dono de restaurante que está pagando aluguel de um espaço que ainda não serve um prato.

Para a marca que vai abrir uma loja e precisa que aquele espaço comunique exatamente o que ela quer comunicar.

São mais de 450 obras entregues. Clientes como Subway, Swarovski, XP Investimentos, Beto Carrero World. Mas principalmente centenas de pequenos empreendedores que precisavam de alguém que assumisse a responsabilidade junto com eles.

Espaço é ativo. Reforma é investimento. E investimento precisa de gestão séria.

O risco real não está em contratar uma empresa especializada. Está em achar que dá pra fazer sozinho — e descobrir no meio da obra quanto isso realmente custa.


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